quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Tudo velho novamente.

Planos frustrados e progresso adiado.
De qualquer forma, não desisti de caminhar. É certo que lá na frente verei um oásis nesse pasmo deserto de tédio.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Novidades.

Agora em nova empreitada, irresponsavelmente cursando alguma coisa na área da informática.
Já era hora, pois andava protelando a muito o investimento nesse campo do conhecimento que é minha preferência.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Ego.

          Parece que o vazio a mim quer possuir. Ultimamente a apostasia tem apresentado sequelas mais notórias, agravadas pelo tempo. Ando no meio termo das coisas, sentindo tremenda falta da graça que me foi concedida e que deixei para traz.
          Este estado, semelhante à inércia de bibelôs, me faz pensar nEle com frequência. É quase que um chamado. Um lamento como que o da mãe que sofre pelo filho perdido, ou do jovem que perdeu seu braço.
          Também fico a filosofar sobre o sentido da vida. Tenho muito claro, ao menos para mim e de forma que ninguém pode me convencer do contrário, que o sentido da vida é Ele, mas o que gera questionamentos é exatamente a minha inconstância para com Ele.
          Sinto-me cada vez mais distante. Embora Ele sempre me receba de braços abertos, a cada vez que me distancio fico mais constrangido a retornar.
          Qualquer idiota já teria a resposta para essa situação: não sair mais de perto dEle. Para que se distanciar de alguém que te faz bem e que se interessa por você?
          Talvez a duvida, talvez a falta de visão, talvez a falta de paciência ou perseverança...
          Fato é que sinto falta.
          Sentimento de saudades que me gera outro questionamento que corrói a alma: será que o que sinto em relação a distancia que tenho tomado dEle é semelhante ao morrer?
          Provavelmente sim. A final, Ele mesmo havia comentado isso.
          Outra certeza, então, é o fato que o pior de todas as coisas na vida do ser humano não é nenhum desses purgatórios citado pelos religiosos, nem o castigo eterno no lago de fogo, a chamada segunda morte, ou qualquer outro mau de maior ou menor proporção que esses poucos citados, senão a possibilidade, ou a concretização, da perpetua distância dEle.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

A imagem e semelhança de Deus.

Engraçado ver como religiosos retratam as imagens de seus deuses como se fossem a reprodução e o conceito de tudo aquilo que eles próprios tem de imperfeito, mesmo pregando eles que seus deuses são perfeitos e poderosos.

Um exemplo prático são os quadros de alguns pintores cristãos que retratam o Deus dos judeus, o Deus adotado por muitos como o seu deus, criador de todas as coisas, onipresente e oniciênte, como um velhinho que fica sentado em uma nuvem... como que um aposentado que se assenta no portão de sua casa a olhar a rua, com a mais decadente aparência humana possível de se imaginar para um deus que tería criado todas as coisas.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Sistemas de informação.

Trocando em miúdos e de maneira muito objetiva, vou lhe explicar o que traz apartação entre o psicólogo formado por instituição educacional e o psicólogo formado pela vida e, também, o que traz apartação entre os sistemas de TV aberta e os de TV a cabo: seu preconceito.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Cobranças

Assumi responsabilidades e, por isso, aprendi a tratar das grandes cobranças antes de deitar a cabeça no travesseiro, mas as pequenas cobranças descompromissadas que são os reais espinhos de minha alma.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Desapego na despedida.

As pessoas acham que minto quando falo que sou frio em relação a morte. Principalmente quando menciono aquilo que acredito (porque não sei o que acontecerá) que será minha reação no dia em que tiver que me despedir de minha mãe.
Amo minha mãe. A pesar de não valoriza-la como ela merece, eu a amo. Ela sabe disso.
Porem, admito que a muito tempo tenho buscado refletir sobre o assunto "perda", tanto no lado material como no lado sentimental, de maneira que eu esteja desapegado o suficiente para que, no momento em que ela ocorrer, eu não tenha dores.
Já chorei em velórios, já me entristeci em despedidas e já lamentei distancias, mas cada vez mais tenho para mim que, para se ter uma vida serena e proveitosa, é preciso não ter apego a nada, alem de reconhecer que, enquanto criaturas humanas, estamos sós cada um.

Gosto de ser frio de um modo geral. Não de coração, mas de postura e raciocínio.
Enquanto que com um coração quente eu possa estender a mão para aquele que humildemente precisa, com a cabeça calculista, eu posso distinguir o aproveitador, que pode mas não faz nada para mudar sua situação alem de pedir.

Essa postura também me ajuda a não ter remorsos de atitudes que eu voluntariamente tenha tomado e que tenham tido resultados desagradáveis. Ora, errar é humano, mas se não foi minha intenção de errar, por que ser condenado ou me auto-condenar? Muito diferente daquele que empunha uma arma e tira uma vida conscientemente, ou o que assalta o pai de família, na qual não tem nenhum dinheiro para o leite dos filhos, senão o que está com ele, com a finalidade de sustentar seu vício.

Procuro sempre treinar o desapego. Por isso, não me desminta ou questione se vier a me ouvir que não sinto tristezas na perda. Só saberei e saberás quando eu perder.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Olá!

Vejo que você tem visitado meu blog e digo que fico sinceramente lisonjeado.
Caso tenha um tempinho, deixe seus comentários nas postagens ou, simplesmente, marque uma das opções de classificação logo abaixo da postagem. Assim, poderei tentar filtrar, entre uma postagem e outra, eventuais baboseiras de minha parte.

Um abração e muito obrigado pela atenção.

sábado, 20 de novembro de 2010

Palavras.

Me incomoda não saber colocar as coisas. Me parece que as palavras não se encaixam e fico na duvida se me fiz entender.
Algumas vezes, eu mesmo não me entendo. E a sensação é horrível... Como que um suspiro engasgado ou um soprar de velas através de uma mascara cirúrgica.
Fico aqui, novamente, a invejar Quintana, que era muito bem articulado e se fazia entender com poucas palavras.
Invejo tanto quanto invejo os sabias que falam sem palavras, ou os meus gatos que nos mostram claramente que tem fome apenas roçando minhas pernas.

Ultimamente tudo tem sido muito chato e estou me convencendo que é justamente por falta de articulação verbal.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Os outros.

Parece-me que o processo cognitivo de agregação dos sujeitos, no que diz respeito a relação parental, depois de muitos pormenores, tem apresentado novas perspectivas de êxito venturo.

Do concreto, somente o Superior tem ciência.