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domingo, 3 de fevereiro de 2013

Basta.

Relação a dois
que não se bastavam.
O terceiro entrou para ser metade de cada
que não os bastava.
Dia de sábado, no samba, a cinco
que nunca bastava.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Última do ano.

Gostei de ter feito planos para 2012 e vou fazer disso uma constante todo final de ano.
Sem muito lero-lero, já fica ai a lista de meus planos para 2013.

Essas quatro primeiras declarações gostaria que fossem a base de todo o projeto chamado 2013:
Aprender a amar mais e a ser mais grato a Deus;
Amar intensa e incondicionalmente;
Ser mais honesto a cada dia;
Ser mais justo a cada dia.
As quatro próximas são meus planos materiais:
Estudar e me dedicar a meu novo curso;
Ser um profissional melhor;
Construir um patrimônio, material ou não, que seja notório (mesmo que apenas para mim);
Guardar um dinheirinho.
Finalizo com meus planos sociais:
Conhecer pessoas não perfeitas, mas de caráter;
Fazer uma pequena coisa que possa ajudar alguém grandemente;
Ficar menos em casa com amigos virtuais e mais com amigos de carne e osso e;
Conhecer um novo amor (Nada de "recauchutar" um antigo. Da muito trabalho.).
Acredito que o segredo do sucesso é a perseverança, força de vontade e um bom caráter, alem de ter metas e espero ser homem para cumprir com boa parte dessas planejadas.

Retrospectiva.

Não tenho postado muito, mas procuro sempre escrever alguma coisa para manter vivo esse "relatório" de minha vida que fiz desse blog.

E aqui fica um pequeno "checklist" dos planos que fiz para 2012:

"Aprender a amar mais e a ser mais grato a Deus;"
Essa era a primeira da lista. Acho que foi a mais negligenciada. E não falo isso de cara lavada, porque tenho, inclusive, uma certa vergonha de falar sobre esse assunto.

"Me dedicar mais ao inglês;"
Curto e grosso? Abandonei o curso. Deixei sentimentalidades influenciarem no progresso de uma coisa que eu gosto de fazer. (já fica um alerta para vigiar e separar as coisas)

"Conseguir forças para iniciar e me dedicar a novos conhecimentos;"
Ponto a favor! Embora já no finalzinho do ano, para o ano que vem já estou matriculado em uma faculdade. Acho que posso considerar como uma realização de 2012.

"Guardar dinheiro;"
Não alcancei a meta que havia estabelecido, mas consegui guardar um bom montante se for avaliar meu comportamento financeiro.

"Guardar e gerir bem recursos para comprar uma casa;"
Ta enquadrado dentro do item anterior. Acredito que aprendi a reter, já que reservar é mais complicado para alguém como eu.

"Conhecer um novo amor ou "recauchutar" um antigo;"
Sem comentários.

"Cuidar melhor de minha saúde;"
Desisto de academia. Vou buscar, ao menos, me alimentar melhor em 2013.

"Mudar de emprego;"
Em 2013 serei forçado.

"Fazer amigos verdadeiros;"
Bem vindo Chris!

"Amar intensamente;"
Acho que amo.

"Ser mais honesto a cada dia;"
Não tem jeito essa. É exercício diário. O que muitos deveriam praticar, mas nem se importar se importam.

"Ser mais justo a cada dia;"
Mais uma coisa que é do dia a dia. Ainda completo que essa de viver a lá Robin Hood ou coisa semelhante é um tremendo erro para justificar maucaratismo.

"Fazer uma pequena coisa que possa ajudar alguém grandemente, e;"
Essa ficou meio que no ar. Não sei definir se aconteceu por muitos motivos, mas fica a intenção.

"Poder conferir a concretização de cada item anterior no final do ano com muito gozo e paz na alma."
Acho que o saldo para alguém baianesco como eu foi positivo, embora o primeiro item tenha um peso extremamente maior que os demais reunidos...

Espero ter mais foco para o próximo ano.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Ego. (2)

Eu sou aquele em que você pode perceber, em distintos ou iguais momentos, o calor das mãos e a frieza dos olhos.
Caso prefira, o calor dos olhos e a frieza das mãos, se, por ventura, solicitar um prato para o inverno.

Não vivo mais de aparências. Hoje dou preferência aos amores largados que se amam de verdade que aos amores falados e discursados. Amores que se vestem como sacos de ráfia que levam a chepa da feira.

Tenho sentido o ventre amargando na tentativa de digerir a ma colocação, mas a degustação do ser humano me traz o doce à boca em alguns momentos.

Todavia, os felinos me são mais agradáveis que os gatunos vestidos de injustiçados.

Só o que sei para o momento é que ainda posso encontrar a porta aberta e tornar a ser como nos velhos tempos..., mas até quando?

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Futuro.

Acho que é importante dar atenção para esse causo de estar com alguem que não faça bem apenas para nossos olhos ou para nosso ego, mas também para quem faça bem para nossa alma.

Porque por mais que sejamos belos e saudáveis e cheios de cultura, estamos fadados a morrer debeis, feios e desmemoriados.

Só fica mesmo o patrimônio sentimental.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Sentimento do momento.

É engraçado e desesperador conhecer a si mesmo e saber como você funciona em cada tipo de situação. Pior; é desesperador conhecer o fato de que mesmo quando você sabe qual será seu comportamento e que tente se antecipar ou desviar o conflito que possa gerar esse movimento, mesmo assim você se comporta da mesma forma e o resultado final é como o que foi previsto.

Por mais que eu treine meu ser para não cair no conflito da espera, da duvida, da saudade, da perda, da frustração, etc., eles vem. Algumas vezes com mais intensidade mesmo preparando meu psicológico para isso.

Sentimento do momento?
Incerto... mas acho que são mais de um: saudade e desejo.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Última do ano.

Uma senhora da televisão, que não merece muita credibilidade por conta de sua excentricidade (ora, esta mesma conversa com um papagaio de espuma), comentou do poder das palavras e, principalmente, da palavra escrita. Nesse ponto estou de acordo. As palavras bem colocadas podem mudar o mundo ou gerar uma bagunça enorme...

Por crer nisso, coloco aqui meus desejos e planos para o ano de 2012:

Aprender a amar mais e a ser mais grato a Deus;
Me dedicar mais ao inglês;
Conseguir forças para iniciar e me dedicar a novos conhecimentos;
Guardar dinheiro;
Guardar e gerir bem recursos para comprar uma casa;
Conhecer um novo amor ou "recauchutar" um antigo;
Cuidar melhor de minha saúde;
Mudar de emprego;
Fazer amigos verdadeiros;
Amar intensamente;
Ser mais honesto a cada dia;
Ser mais justo a cada dia;
Fazer uma pequena coisa que possa ajudar alguém grandemente, e;
Poder conferir a concretização de cada item anterior no final do ano com muito gozo e paz na alma.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Ética.

Estava a conversar com meu irmão sobre nosso desanimo com nossos trabalhos e ele comentou que no momento em que fosse demitido, um amigo o arranjaria um emprego. Comentou que esse amigo foi promovido a gerente ou diretor (não lembro ao certo) do estabelecimento onde trabalha e disse que no momento em que ele estivesse desempregado ele demitiria um alguém para coloca-lo no lugar.
De certo que eu vim a questionar, desta vez muito sutilmente, diferente das maneiras que algum dia já fiz, quanto a atitude que poderia vir a ser tomada da parte desse amigo e até onde este mesmo amigo não faria o mesmo com ele em um tempo futuro para colocar alguém mais amigo que ele em seu lugar...

Alem disso, penso que aquele profissional que favorece um amigo, apenas porque é amigo, anda meio torto da cabeça.

Relações.

Andei refletindo novamente sobre vaidade. Estava vendo alguns perfis em site de relacionamento e achei legal como as pessoas sabem exatamente o que elas querem e fazem minuciosa descrição sobre o perfil de pessoa ideal para viver consigo. Porem, fico meio perdido com tantas exigências para preencher cada currículo...

As pessoas escolhem muito e no final estão sempre sós. Justamente porque não admitem diferenças ou não querem se adaptar ao outro. Simplesmente querem alguém pronto e adaptado a si.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Vaidades.


Todos nos temos nossas futilidades.
Poucos de nos temos coragem de ergue-las como troféus.

Parabéns para mim, homem de coragem... e de futilidades.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

domingo, 18 de setembro de 2011

entitled

"Tudo que estou querendo nesse momento é algum contato mais estreito que essa banda larga."

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Sencibilidade aflorada.

É fato o causo de que sentimentos nobres e descompromissosos não são compatíveis com a sociedade brasileira.
Acredito que não são compatíveis, nem ao menos, com o planeta em que vivo.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Saudades.

Pequenos mau-entendidos são paralelepípedos para calçamento de estradas de grandes distâncias. Estradas para caminhos sem volta em nossa vida. Estradas que separam qualquer relação saudável que outrora fora desejada.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Só.

Acho que solidão é uma carapaça colada na carne do homem desta era: É alimentada pelo egoísmo e frustrada pelos excessos na vida material e sentimental.


As pessoas cobram muito umas as outras e não enxergam a graça que o outro ser tem em toda sua maravilhosa simplicidade.
Somos sempre os melhores, nunca erramos, nunca cedemos...

Nos isolamos.

Somos cada vez mais sós.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Ventos de mudança.

Definitivamente é natural de minha parte resmungar e reclamar de tudo, mas preciso hoje admitir que estes últimos anos tenho me colocado em uma posição de submissão a uma questão que me foi “sugerida” e que eu assumi por único caminho para minha vida, mesmo sabendo que tinha opção.
Embora Ele tenha sido cavalheirescamente insistente, quem disse que eu admitia uma nova postura?
Alias, antiga nova postura, pois eu sabia, desde quando Ô conheci, qual seria a melhor opção de caminho a seguir.
Vou te contar um segredo... Segredo que, na verdade, nunca foi segredo: A pesar de ter acreditado que Ele houvesse se aborrecido e, de alguma forma, estivesse me punindo, eu sempre soube, em meu intimo, que apenas eu mesmo colocava dificuldades em nosso reencontro.
Ele mesmo havia dito, da ultima vez que Ô procurei, que jamais me esquecera.
Acho que não cabe, agora, reclamar de tanto tempo perdido. Realmente foi muito tempo perdido com a distancia desnecessária, só que pensar nisso me deixaria desmotivado. De certo que melancólico. Depois dEle ter me recebido tão gostoso, mesmo com todo esse tempo distante, acho que o que vale é recuperar o tempo perdido me dedicando a esse amor dispensado que nunca me foi negado.
Acho que fui muito infantil todo esse tempo. Já falei isso?... É... Comentei que não iria resmungar o tempo perdido. É duro manter a postura, mas a satisfação da presença dEle supera qualquer desconforto.
Também, a partir daqui, acho que minhas reclamações, se acontecerem, não terão mais o mesmo teor que tinham antes nesse blog. Então já fica aqui registrado o meu desejo de mudanças também para ele, meu diário de reclamações e sandices.
Futuramente, quem se chegar vai poder contemplar a evolução das sandices (ou coerências) de minha escrita filosófica sobre minha vida nessas terras.
Até a próxima postagem!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Mais resmungos.

Revolta-me a falta de controle que paira sobre minha vida. Algumas vezes gostaria de limar da minha vivencia a todos e recriar uma vida com pessoas mais simples e de outros caráteres. Pessoas com outras cabeças e com outros pensamentos dentro delas.

Minha revolta começa de casa com o eterno controle que minha mãe tem sobre minha vida. Ainda que de maneira mais sutil hoje em dia e ainda que eu consiga identificar essa sutileza e fugir da engendração dela, eu acabo, por vezes, a fazer aquilo que segue a linha de raciocínio dela, me abstendo de minha vontade.

Em casa tenho me sentido em um cubículo que me proíbe mexer os braços e pernas. Pensando muito nessa questão, vejo que tenho levado essa dificuldade para fora de casa e aplicado em todo momento de minha vida. Tenho medo de tudo o que é novo. É muito difícil dar um passo a diante e levo muito tempo, mas muito tempo mesmo, entre identificar minhas vontades, analisar a viabilidade delas e executa-las.

Fico imaginando se minhas manias e compulsões são resultado de uma não vivencia em tempo oportuno daquilo que eu gostaria de ter ou fazer, gerando um desejo em tempos inoportunos de maneira permanente.

É muito difícil ser eu.

Foi difícil demais descobrir e organizar a minha identidade social. Foi difícil demais descobrir e organizar a minha identidade sexual. Está sendo difícil descobrir e organizar hoje aquilo que eu quero de futuro para mim.

Não quero mais estar me anulando em prol dos outros.
Passei minha adolescência me escondendo atrás de comportamentos que não eram meus para manter a carapuça que a sociedade queria que eu mantivesse. Sociedade que desde sempre influenciou a cabeça de meus pais e dos pais de meus pais sem permitir que eles tivessem forças para identificar aquilo que estava errado em suas vidas.

Irônico hoje eu conhecer o alvo de minhas flechas mas não ter força para envergar o arco. Ou não saber como envergar... acho que não faz diferença.

Estou baldado neste mundo e me sentindo sem espaço.

Longe de casa, as frustrações não são diferentes. Alias, acho que apenas são transportadas de um ambiente para o outro, com mudança de administração a cada transição.

Também eu, em minha insignificância, acabo agindo de forma a facilitar meu mal estar.
Coisas que eu já havia superado, acabei trazendo a tona novamente para me adaptar a situações (certamente me anulando por alguma circunstância, como havia comentado em algum ponto desse texto) me iludindo em achar que poderia ser um comportamento que compensaria alguma coisa.
Vou procurar, mais uma vez, ser eu mesmo.
Conheço o preço que terei que pagar e que já vinha pagando por ser eu, mas agora será um valor à vista e sem o sofrimento dos juros das prestações.

Os que me apóiam, alguma minoria deles, eu conheço e acredito que não preciso de mais alem destes poucos queridos.
De certo que cada um sabe o peso que carrega nas costas e o quanto vale esse peso. Por isso não diminuo ninguém em suas dificuldades e nem julgo se são maiores ou menores que as minhas, mas nesse momento, minhas tristezas serão colocadas a frente e não quero mais estender a mão a ninguém antes de poder erguer a mim mesmo a um estado melhor.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Desapego na despedida.

As pessoas acham que minto quando falo que sou frio em relação a morte. Principalmente quando menciono aquilo que acredito (porque não sei o que acontecerá) que será minha reação no dia em que tiver que me despedir de minha mãe.
Amo minha mãe. A pesar de não valoriza-la como ela merece, eu a amo. Ela sabe disso.
Porem, admito que a muito tempo tenho buscado refletir sobre o assunto "perda", tanto no lado material como no lado sentimental, de maneira que eu esteja desapegado o suficiente para que, no momento em que ela ocorrer, eu não tenha dores.
Já chorei em velórios, já me entristeci em despedidas e já lamentei distancias, mas cada vez mais tenho para mim que, para se ter uma vida serena e proveitosa, é preciso não ter apego a nada, alem de reconhecer que, enquanto criaturas humanas, estamos sós cada um.

Gosto de ser frio de um modo geral. Não de coração, mas de postura e raciocínio.
Enquanto que com um coração quente eu possa estender a mão para aquele que humildemente precisa, com a cabeça calculista, eu posso distinguir o aproveitador, que pode mas não faz nada para mudar sua situação alem de pedir.

Essa postura também me ajuda a não ter remorsos de atitudes que eu voluntariamente tenha tomado e que tenham tido resultados desagradáveis. Ora, errar é humano, mas se não foi minha intenção de errar, por que ser condenado ou me auto-condenar? Muito diferente daquele que empunha uma arma e tira uma vida conscientemente, ou o que assalta o pai de família, na qual não tem nenhum dinheiro para o leite dos filhos, senão o que está com ele, com a finalidade de sustentar seu vício.

Procuro sempre treinar o desapego. Por isso, não me desminta ou questione se vier a me ouvir que não sinto tristezas na perda. Só saberei e saberás quando eu perder.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Os outros.

Parece-me que o processo cognitivo de agregação dos sujeitos, no que diz respeito a relação parental, depois de muitos pormenores, tem apresentado novas perspectivas de êxito venturo.

Do concreto, somente o Superior tem ciência.